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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
313,00 303,00 312,00
GO MT RJ
304,00 296,00 298,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 2620,00
Garrote 18m 2900,00
Boi Magro 30m 3420,00
Bezerra 12m 2240,00
Novilha 18m 2680,00
Vaca Boiadeira 2840,00

Atualizado em: 7/12/2021 11:00

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Queda do boi não chega ao preço da carne

 
 
 
Publicado em 20/10/2021

No campo, o boi gordo, mesmo diante de uma oferta retraída, começou a acusar o cambaleante consumo doméstico e o enfraquecimento das exportações, motivado pelo embargo chinês à carne bovina brasileira, que ontem completou 45 dias. De 3 de setembro para cá - a suspensão voluntária das vendas à China ocorreu no dia 4, depois da confirmação de dois casos atípicos de “vaca louca”, em Minas e em Mato Grosso -, o indicador Cepea/B3 para a arroba caiu cerca de 12%, de pouco mais de R$ 300 para menos de R$ 270.

Já a carne bovina continua salgada no atacado e no varejo. Segundo levantamento da Scot Consultoria baseado em uma média de preços de 22 cortes, no atacado o quilo estava em R$ 31,39 em 1º de setembro, e na semana passada o valor era R$ 32,75. No varejo, no mesmo período, a cotação média da cesta até subiu, de R$ 42,90 para R$ 42,92 o quilo.

Enquanto os consumidores torcem para que a queda do boi torne as carnes mais baratas, Brasília espera um sinal de Pequim sobre o fim do embargo. Mas até agora espera sentada, em meio a muito silêncio e à “falta de agenda” alegada pela China para discutir o tema.

Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, se ofereceu para ir pessoalmente à China tratar da questão, mas ainda não recebeu nenhuma sinalização da Administração Geral de Alfândegas (GACC, na sigla em inglês). A Pasta afirma que tem fornecido “com presteza” as informações solicitadas pelos chineses, e que os técnicos do governo brasileiro também estão disponíveis para esclarecer quaisquer dúvidas.

Apesar de não ser tratada como algo “excepcional”, a participação da ministra é uma estratégia política para tentar destravar as restrições aos embarques de carne bovina mantidas há 45 dias por Pequim. Na diplomacia do agronegócio, essa aproximação ministerial faz parte de um trâmite habitual, ainda mais em uma relação de peso como Brasil e China. Tereza Cristina enviou uma carta ao ministro da GACC.

Na última vez em que o Brasil confirmou um caso atípico do mal da “vaca louca”, em 2019, o embargo dos asiáticos durou 13 dias. Como se trata de uma situação semelhante a anterior, era senso comum que a barreira não duraria muito. Um mês e meio depois, e nada. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) já atestou que o rebanho brasileiro não está em risco.

Diante da muralha da China, as exportações de carne bovina não resistiram e começaram a despencar. Nas primeiras semanas de outubro, a queda em relação ao mesmo período do ano passado chegou a quase 40%, segundo dados da Secex analisados pela consultoria Safras & Mercado.

No mês passado, cargas já certificadas e em trânsito para o gigante asiático - e também as vendas por Hong Kong - sustentaram os embarques e os resultado das exportações bateram recorde. A falta de contêineres no mundo fez com que houvesse um atraso nos envios e aumento de estoques dos frigoríficos. Com informações do Valor.

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