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Arroba do Boi - R$ (À vista)
SP MS MG
182,00 170,00 181,00
GO MT RJ
172,00 166,00 175,00
Reposição - SP - R$
Bezerro 12m 1600,00
Garrote 18m 1850,00
Boi Magro 30m 2220,00
Bezerra 12m 1260,00
Novilha 18m 1470,00
Vaca Boiadeira 1610,00

Atualizado em: 14/11/2019 09:44

Cotações da Arroba: SP-Noroeste, MS-Três Lagoas, MG - Triângulo, GO - Região Sul, MT - Rondonópolis, RJ-Campos
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Adriano Garcia
MTb 10252-MG

 

Estiagem prolongada preocupa pecuaristas no MS

 
 
 
Publicado em 16/10/2019

A falta de chuva nos últimos meses já reflete na cadeia produtiva da carne, assim como no atraso do plantio da soja em Mato Grosso do Sul. Os representantes da pecuária apontam a falta de chuva como principal motivo para a diminuição da oferta e o aumento dos preços tanto para compra quanto para venda. Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em setembro de 2018, a precipitação média acumulada no Estado foi de 3.105 milímetros. No mesmo período deste ano, foi de 634 mm,.

O presidente da Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carne (Assocarnes-MS), Sérgio Capuci, explica que o período seco já reflete na falta de oferta. “Temos pouca disponibilidade de gado no momento. Apenas os fazendeiros que se prepararam (confinamento e semiconfinamento) têm animais. Em 30 dias, a arroba do boi gordo subiu R$ 10. Este ano está bem pior do que o ano passado”.

Capuci explica ainda que a falta de pastagens atinge toda a cadeia produtiva da carne. Além do aumento no valor para a compra dos animais, os abates diminuem e o repasse para os açougues também sofre aumento de preços. “A gente diminuiu entre 15 e 20% o número de abates neste período. Os preços para repassarmos para os comerciantes já sofreu aumento de cerca de 7% nos últimos 30 dias. O frigorífico não tem o que fazer, apenas segurar a produção e esperar o aumento da oferta. Acredito que a situação comece a se normalizar em fevereiro de 2020, e ela só não está pior porque muitos produtores estão trabalhando com a suplementação animal”, explica o presidente da Assocarnes.

O empresário Jefferson Douglas Novais, da Casa de Carnes Boi Forte, diz que nos últimos dois anos o efeito da estiagem foi maior. “Estou há 30 anos no setor e nos últimos dois anos, em 2019 especialmente, o efeito da seca no aumento do preço teve um impacto maior. Já subiu uns 30% o valor da arroba para a compra. A gente precisa repassar um pouco do aumento para o consumidor. O que tenho feito é diminuir a nossa margem de lucro para o preço não ficar muito maior. Mas já percebemos a redução nas vendas”.

Segundo o empresário, a tendência é o preço subir ainda mais até o fim do ano. “Mesmo que comece a melhorar a oferta em dezembro, precisamos comprar mais, por conta das festas de fim de ano”, explica.

De acordo com o proprietário da casa de carnes Oriente, Ronald Kanashiro de Alem, o período de estiagem já refletiu em aumento de 14,84% no valor da arroba do boi. “Nos últimos 60 dias, a arroba passou de R$ 128 para R$ 147, unicamente pela falta de gado. Ninguém tem carne, acabou a regularidade dos abates nos frigoríficos”.

O gerente técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), José Carlos de Pádua Neto, diz que as chuvas de 2019 estão atrasadas e dispersas, e com a diminuição da oferta o preço sobe. “No período de inverno, há uma escassez natural de animais para abate, visto que o Estado tem sua produção pecuária baseada na produção a pasto, que é diretamente dependente das chuvas”.

Como alternativa para os períodos de seca, é possível substituir a pastagem por suplementação. “Por meio de silagem de milho, sorgo, capim ou cana-de-açúcar, é uma solução fundamental para amenizar os efeitos do período seco. O uso de confinamento ou semiconfinamento também é uma alternativa interessante. Vale destacar, ainda, que atualmente tem crescido a adoção da integração lavoura-pecuária em que, após a colheita da segunda safra do milho (junho a julho, exatamente no período de inverno), as áreas podem ser pastejadas, já que a braquiária foi plantada em consórcio com o milho”, explica Pádua Neto. Com informações do Correio do Estado.

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